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DIA 24 DEZEMBRO PELAS 21H LOCAIS (1h a mais no Continente português e Madeira), MISSA DO GALO, EM DIRECTO DA IGREJA DO MONTE, NA CANDELÁRIA DO PICO. ACOMPANHE-NOS EM www.montetabor.blogs.sapo.pt
Sábado, 5 de Abril de 2008

III Domingo da Páscoa - III Saltério

1ª Leitura (Actos dos Apóstolos 2,14.22-28)

 

De pé, com os Onze, Pedro ergueu a voz e dirigiu-lhes então estas palavras: «Homens da Judeia e todos vós que residis em Jerusalém, ficai sabendo isto e prestai atenção às minhas palavras.

Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré, Homem acreditado por Deus junto de vós, com milagres, prodígios e sinais que Deus realizou no meio de vós por seu intermédio, como vós próprios sabeis, este, depois de entregue, conforme o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós o matastes, cravando-o na cruz pela mão de gente perversa.

Mas Deus ressuscitou-o, libertando-o dos grilhões da morte, pois não era possível que ficasse sob o domínio da morte.

David diz a seu respeito: ‘Eu via constantemente o Senhor diante de mim, porque Ele está à minha direita, a fim de eu não vacilar.

 Por isso o meu coração se alegrou e a minha língua exultou; e até a minha carne repousará na esperança, porque Tu não abandonarás a minha vida na habitação dos mortos, nem permitirás que o teu Santo conheça a decomposição.

Deste-me a conhecer os caminhos da Vida, hás-de encher-me de alegria com a tua presença.’

 



Salmo 16(15),1-2.5.7-8.9-10.11.

Defende-me, ó Deus, porque em ti me refugio.


Digo ao SENHOR: «Tu és o meu Deus, és o meu bem e nada existe acima de ti.»
SENHOR, minha herança e meu cálice, a minha sorte está nas tuas mãos.
Bendirei o SENHOR porque Ele me aconselha; até durante a noite a minha consciência me adverte.
Tenho sempre o SENHOR diante dos meus olhos; com Ele a meu lado, jamais vacilarei.
Por isso, o meu coração se alegra e a minha alma exulta e o meu corpo repousará em segurança.
Pois Tu não me entregarás à morada dos mortos, nem deixarás o teu fiel conhecer a sepultura.
Hás-de ensinar-me o caminho da vida, saciar-me de alegria na tua presença, e de delícias eternas, à tua direita.



2ª Leitura (1ª Carta Pedro 1,17-21)

E, se invocais como Pai aquele que, sem parcialidade, julga cada um consoante as suas obras, comportai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação; sabendo que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver herdada dos vossos pais, não a preço de bens corruptíveis, prata ou ouro, mas pelo sangue precioso de Cristo, qual cordeiro sem defeito nem mancha, predestinado já antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por causa de vós; vós, que por meio dele tendes a fé em Deus, que o ressuscitou dos mortos e o glorificou, a fim de que a vossa fé e a vossa esperança estejam postas em Deus.


Evangelho (Lucas 24,13-35)

Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém; e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera.

Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se com eles a caminho; os seus olhos, porém, estavam impedidos de o reconhecer.

Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» Pararam entristecidos.

E um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias!»

Perguntou-lhes Ele: «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; como os sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram, para ser condenado à morte e crucificado.

Nós esperávamos que fosse Ele o que viria redimir Israel, mas, com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas.

É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro de madrugada e, não achando o seu corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos, que afirmavam que Ele vivia.

 Então, alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas, a Ele, não o viram.»

Jesus disse-lhes, então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram!

Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?»

E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito.

Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, fez menção de seguir para diante.

Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.» Entrou para ficar com eles.

E, quando se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho.

Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença.

Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»

Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os seus companheiros, que lhes disseram: «Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!»

E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão.

 

 

 

 

   A PALAVRA HOJE

 

A liturgia deste Domingo convida-nos a descobrir o Cristo vivo, que acompanha os homens pelos caminhos do mundo, muitas vezes sem ser reconhecido.

Mas onde o podemos encontrar?


Na 1ª Leitura, a COMUNIDADE CRISTÃ transformada pelo Espírito, deixou a segurança das paredes do cenáculo e prepara-se para dar testemunho de Jesus, em Jerusalém e até aos confins da terra. (Act 2,14.22-33).

* A pregação de Pedro, no dia do Pentecostes, reproduz a catequese que a comunidade cristã primitiva costumava apresentar sobre Jesus. (Kerigma)

 

A 2ª Leitura exorta os crentes a manterem a fidelidade à sua fé, apesar da hostilidade actual e dos sofrimentos futuros. (1Pd 1,17-21)

 

O Evangelho aponta o caminho para descobrir o Cristo vivo, através do episódio dos Discípulos de Emaús. (Lc 24,13-35)

 

- Os DISCÍPULOS estão tristes, desanimados, decepcionados, frustrados...

 abandonam a Comunidade e voltam para casa, dispostos a esquecer o sonho.

Aguardavam um Messias glorioso, um Rei poderoso, um Vencedor e encontram-se diante de um derrotado, que tinha morrido na cruz.

 

- Aparece um PEREGRINO, que caminha com eles... e começam a falar do assunto do momento: JESUS, Profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e dos homens, mas que teve um fim inesperado...

- O Peregrino interpreta as ESCRITURAS, que falam do Messias...

  Eles escutam com interesse... e os seus corações começam a "arder".

- No final da tarde, os discípulos chegam em casa e fazem um CONVITE:

 "Fica connosco". Querem prolongar a agradável companhia.

Após ter acolhido a PALAVRA do  Peregrino, Oferecem-Lhe HOSPEDAGEM em sua casa...  e Ele aceita... não apenas para "passar a noite", mas para "ficar com eles".

- À mesa: UM GESTO CONHECIDO:

o mesmo gesto da última ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.

Os olhos abrem-se e reconhecem o Ressuscitado... a Palavra faz "arder", a fracção do Pão faz reconhecer...e Cristo desaparece... porque agora a    Comunidade já possui os sinais concretos da sua presença: a sua Palavra e o Pão partilhado... Agora é só Testemunhar.

- E PARTEM LOGO para anunciar a descoberta aos irmãos e, junto com eles, proclamam a fé: "O Senhor ressuscitou."

A Proclamação da alegria pascal não pode esperar o dia amanhecer...

 

Onde encontrar o Ressuscitado?

O episódio de Emaús aponta-nos o caminho:

 

- Na PALAVRA DE DEUS, escutada, meditada, partilhada, acolhida, Jesus indica-nos caminhos, aponta-nos novas perspectivas, dá-nos a coragem de continuar, depois dos nossos fracassos.

Acolhem a Palavra do Peregrino e oferecem-Lhe hospedagem em sua casa.


- NA PARTILHA DO PÃO EUCARÍSTICO.

A narração apresenta o esquema da Missa: Liturgia da Palavra e do Pão.

É na celebração comunitária da Eucaristia, que nós fazemos a experiência do encontro pessoal com Jesus vivo e ressuscitado.


- Na COMUNIDADE:

A Comunidade sempre foi e continua sendo o lugar privilegiado do encontro... (Experiência dos discípulos... e de São Tomé...)

 

Quem são os Peregrinos de Emaús de Hoje, que continuam andando pelos caminhos da vida, "tristes"... desanimados...

Talvez também NÓS  estamos a caminho de nossa Emaús... cansados e desiludidos... Caíram os nossos castelos e a vida parece ter perdido sentido.

Esperávamos tanto... mas tudo terminou...(quem sabe ...a morte de um parente amigo, um fracasso nos nossos empreendimentos...a família desunida...).

É triste quando a esperança morre... Parece que nada mais tem sentido.

Somos tentados a abandonar a luta e voltar...

Eles também estavam angustiados por aquilo que aconteceu em Jerusalém.

Mas, na medida em que participaram da celebração da palavra e do banquete da fracção do pão, o interior deles abriu-se à luz; a vida do Ressuscitado invadiu os seus corações e fê-los voltar à Comunidade.

Nesses momentos, mais do que nunca, os nossos lábios deverão suplicar:

"Fica conosco, Senhor".

 

O Caminho percorrido pelos discípulos deve ser o nosso...

Ainda hoje é ali que ele está presente e é ali que o podemos encontrar...

* às 12:01

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DIOCESE DE ANGRA

Portugal - Açores

 



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Recebemos este

presente, recomendado

por Ecclesia Dei.

Obrigado João,

Deus lhe abençõe!