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DIA 24 DEZEMBRO PELAS 21H LOCAIS (1h a mais no Continente português e Madeira), MISSA DO GALO, EM DIRECTO DA IGREJA DO MONTE, NA CANDELÁRIA DO PICO. ACOMPANHE-NOS EM www.montetabor.blogs.sapo.pt
Quarta-feira, 5 de Março de 2008

5 de Março - IV Quaresma - IV Saltério

         I Leitura (Isaías 49,8-15).

Eis o que diz o SENHOR: «Eu respondi-te no tempo da graça, e socorri-te no dia da salvação. Defendi-te e designei-te como aliança do povo, para restaurares o país e repartires as heranças devastadas,
para dizeres aos prisioneiros: ‘Saí da prisão!’ E aos que estão nas trevas: ‘Vinde à luz!’ Ao longo dos caminhos encontrarão que comer, e em todas as dunas arranjarão alimento.

Não padecerão fome nem sede, e não os molestará o vento quente nem o sol, porque o que tem compaixão deles os guiará, e os conduzirá em direcção às fontes.

Transformarei os meus montes em caminhos planos, e as minhas estradas serão alteadas.

Vede como eles chegam de longe! Uns vêm do Norte e do Poente, e outros, da terra de Siene.»

Cantai, ó céus! Exulta de alegria, ó terra! Prorrompei em exclamações, ó montes! Na verdade, o SENHOR consola o seu povo, e se compadece dos desamparados.

Sião dizia: «O SENHOR abandonou-me, o meu dono esqueceu-se de mim.»

Acaso pode uma mulher esquecer-se do seu bebé, não ter carinho pelo fruto das suas entranhas? Ainda que ela se esquecesse dele, Eu nunca te esqueceria.




Evangelho (João 5,17-30).

 

Naquela altura Jesus replicou-lhes: «O meu Pai continua a realizar obras até agora, e Eu também continuo!»

Perante isto, mais vontade tinham os judeus de o matar, pois não só anulava o Sábado, mas até chamava a Deus seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus.

Jesus tomou, pois, a palavra e começou a dizer-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: o Filho, por si mesmo, não pode fazer nada, senão o que vir fazer ao Pai, pois aquilo que este faz também o faz igualmente o Filho.

De facto, o Pai ama o Filho e mostra-lhe tudo o que Ele mesmo faz; e há-de mostrar-lhe obras maiores do que estas, de modo que ficareis assombrados.

Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos e os faz viver, também o Filho faz viver aqueles que quer.

O Pai, aliás, não julga ninguém, mas entregou ao Filho todo o julgamento, para que todos honrem o Filho como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou.

Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não é sujeito a julgamento, mas passou da morte para a vida.

Em verdade, em verdade vos digo: chega a hora e é já em que os mortos hão-de ouvir a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão, pois, assim como o Pai tem a vida em si mesmo, também deu ao Filho o poder de ter a vida em si mesmo; e deu-lhe o poder de fazer o julgamento, porque Ele é Filho do Homem.

Não vos assombreis com isto: é chegada a hora em que todos os que estão nos túmulos hão-de ouvir a sua voz, e sairão: os que tiverem praticado o bem, para uma ressurreição de vida; e os que tiverem praticado o mal, para uma ressurreição de condenação.

Por mim mesmo, Eu não posso fazer nada: conforme ouço, assim é que julgo; e o meu julgamento é justo, porque não busco a minha vontade, mas a daquele que me enviou.»

 

 

A PALAVRA HOJE

 

«O meu Pai continua a realizar obras até agora, e Eu também continuo!»

Continuamos numa linha de “esclarecimentos” e manifestações da chegada do Reino de Deus á humanidade.

Apenas com esta frase percebemos toda a missão e natureza da segunda Pessoa da Trindade – Jesus Cristo.

Este, é da mesma natureza que o Pai e o Espírito. É uma perfeita compreensão do Evangelho do Baptismo de Jesus: “Este é o meu Filho muito amado, escutai-O”. Jesus deixa bem claro que apenas faz aquilo que viu e ouviu, para fazer e dizer, respectivamente.

O Reino já chegou. A condenação não é o Inferno, e se o for, há uma solução presente: a ressurreição da condenação, ou seja, uma passagem de purificação, para a vida eterna, aquilo que poderíamos chamar Purgatório – lugar de purificação.

A porta para o Banquete foi aberta por Cristo, para todos os que n’Ele crêem “passou da morte para a vida”, isto é, da escravidão da lei crua e desumana, para uma Lei suave e cheia de amor “o meu jugo é suave e a minha carga é leve”, tudo isso se resume ao serviço aos outros “assim como eu fiz, fazei-o vós também”, porque afinal de contas, “quando vos amardes como eu vos amei, saberão que sois meus discípulos”.

Apesar daquilo que numa primeira leitura este Evangelho poderá sugerir, não se trata portanto de uma condenação da parte de Jesus. Evangelho é Boa-Nova, libertação, e quando percebemos ao contrário, lemos mal.

Acreditar em Jesus, como enviado do Pai, como Aquele por Quem alcançamos a plenitude da vida, é passar para a outra margem do saber viver – a caridade e o serviço aos outros, com amor, no amor, para o Amor!

* às 07:00

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DIOCESE DE ANGRA

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Recebemos este

presente, recomendado

por Ecclesia Dei.

Obrigado João,

Deus lhe abençõe!