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DIA 24 DEZEMBRO PELAS 21H LOCAIS (1h a mais no Continente português e Madeira), MISSA DO GALO, EM DIRECTO DA IGREJA DO MONTE, NA CANDELÁRIA DO PICO. ACOMPANHE-NOS EM www.montetabor.blogs.sapo.pt
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

08 de Outubro XXVII Tempo Comum - Ano A

LEITURA I                                             Gal. 2, 1-2.7-14

 

 

« Reconheceram a graça que me foi concedida »

 

Irmãos: Passados catorze anos, subi novamente a Jerusalém com Barnabé e fiz-me acompanhar também de Tito. Eu subi para lá, de acordo com uma revelação, e expus o Evangelho que prego entre os gentios, numa reunião particular com os principais dirigentes, para me assegurar de não correr ou não ter corrido em vão. Viram então que me estava confiada a evangelização dos que não eram judeus, como a Pedro a dos que eram judeus. – De facto, Aquele que exercera em Pedro a sua acção em ordem ao apostolado entre os judeus, tinha-a exercido em mim em ordem aos gentios –. Por isso, Tiago, Pedro e João, que eram considerados como as colunas, ao reconhecerem a graça que me fora concedida, estenderam-nos as mãos, a mim e a Barnabé, em sinal de acordo: Nós seríamos para os gentios e eles para os judeus. Só nos pediram que nos lembrássemos dos seus pobres, o que eu procurei pôr em prática com grande diligência. Mas quando Pedro veio a Antioquia, opus-me a ele abertamente, porque era digno de censura. De facto, antes de terem vindo alguns homens da parte de Tiago, ele comia com os gentios. Mas depois de eles chegarem, retirava-se e mantinha-se à parte, com receio dos partidários da circuncisão. Com ele começaram a dissimular também os outros judeus, de tal modo que até Barnabé se deixou arrastar pela sua dissimulação. Quando eu vi que eles não procediam correctamente segundo a verdade do Evangelho, disse a Pedro diante de todos: «Se tu, que és judeu, vives à maneira dos gentios e não dos judeus, como podes obrigar os gentios a proceder como os judeus?».

 

Palavra do Senhor

 

 

EVANGELHO                                                            Lc. 11, 1-4

 

«Senhor, ensina-nos a orar»

 

Naquele tempo, estava Jesus em oração em certo lugar. Ao terminar, disse-Lhe um dos discípulos: «Senhor, ensina-nos a orar, como João Baptista ensinou também os seus discípulos». Disse-lhes Jesus: «Quando orardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o vosso nome; venha o vosso reino; dai-nos em cada dia o pão da nossa subsistência; perdoai-nos os nossos pecados, porque também nós perdoamos a todo aquele que nos ofende; e não nos deixeis cair em tentação’».

 

Palavra da salvação

 

 

 

 

 

&  V I V E R   DA    P A L A V R A

 

 

Paulo na I Leitura continua a justificar a sua missão, enquanto “Apostolo” também. E fá-lo de uma maneira muito simples e clara: o mesmo Senhor que havia estado com os 12 antes da sua Morte e Ascensão, foi o mesmo que o enviou e lhe deu o Espírito, para ir anunciar o Evangelho.

A quem? Aos gentios. Os 12 anunciam no seu meio, os pagãos, judeus, etc. Paulo vai além fronteiras, ardido pelo zelo da Palavra de Jesus. Esclarece também na sua carta que a estadia de Pedro com ele (Paulo) entre os gentios, tinha sido merecedora de algum reparo. Porquê? Porque Paulo não se “interessava” para a missão do anúncio de Jesus, da circuncisão, para ele Jesus era maior que a Lei, e de facto, Jesus já tinha deixado isso bem claro “o sábado está para o homem, ou o homem está para o sábado?”.

Contra todas estas intempéries, Paulo não cede na sua missão, muito menos nas suas convicções. É destemido, para ele viver é Cristo, daí a sua ousadia, mesmo perante o Coordenador da Igreja – Pedro!

Esta leitura, apela-nos a meditar no modo e em que padrões anunciamos Jesus nos dias de hoje, nas nossas casas, famílias, trabalhos. Não basta um anuncio simples e “piedoso”. É preciso ter convicções claras e firmes, destemidas e ousadas, e isso só é possível na medida em que mantemos alguma intimidade com Jesus.

E esta intimidade trabalha-se através da oração, como Jesus ensina hoje no Evangelho.

Qual o modo e “o que” pedimos e rezamos? Somos materialistas, egocêntricos…?

A verdadeira Oração, é aquela que olha para o passado e contemplando a presença de Deus no tempo e na história, entrega-se confiado. A oração é um memorial também, uma actualização, um alimento, enfim.

Hoje há muita gente que gosta de ir á Igreja rezar sozinho, quando não está a celebrar-se Missa, nem outro culto. Gostam, dizem!

Está certo, mas uma das características fundamentais da oração é o sentido de universal, comunitário, para sentido pessoal, está a oração que cada um deveria (ou faz!) quando se deita, quando come, e quando se levanta. A Oração em comunidade é expressão de uma fé conjunta – a fé dos baptizados no mesmo Senhor e no Espírito.

Procuremos fazer o propósito de estarmos presentes na oração comunitária. Em Actos dos Apóstolos lemos: “Eram assíduos á oração e á fracção do pão…”.

E nós?

 

²  INTERIORIZAR  A  P A L A V R A   ²

 


* às 09:11

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DIOCESE DE ANGRA

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Recebemos este

presente, recomendado

por Ecclesia Dei.

Obrigado João,

Deus lhe abençõe!